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sábado, 23 de junho de 2018

ARTFACTU 3 VELHA GUARDA 3: O REGRESSO DA EQUIPA



Após o frustrante resultado da jornada anterior a equipa apresentava-se a jogo concentrada e disposta a fazer uma exibição com outros contornos.

Boa entrada na partida com as principais ocasiões de golo a surgirem no nosso ataque mas a serem desperdiçadas por Alex primeiro a Cardoso depois numa recarga a centímetros do poste que o guarda-redes dos VG conseguiu desviar para o poste.

Ricardo de fora da área tentava igualmente o golo e obrigava o guarda-redes adversário a grande defesa.

Com Manel a ser pouco chamado a intervir seria num erro de transição que surgiria o primeiro golo do jogo numa bola perdida por Méren a originar uma resposta rápida finalizada com um remate forte cruzado da direita.

Boa reação da equipa à procura do empate que só não surgiu poucos minutos depois num forte remate de Mauro porque o guardião dos VG efectuou nova grande defesa indo a bola embater ainda com estrondo no poste-

A nossa insistência seria contudo premiada com o golo do empate perto do intervalo numa bola ganha fruto da pressão alta exercida e que Alex finalizaria com um remate certeiro descaído da direita.

A entrada em jogo na segunda parte não foi tão bem conseguida com a equipa a "perder-se" um pouco no campo o que foi bem aproveitado pela turma do Branco para ganhar supremacia no jogo e colocar Manel com mais trabalho.

Curiosamente seria nesse período que chegaríamos à vantagem no resultado numa incursão de Méren pela meia esquerda, ultrapassando um adversário e apesar de ter abertura para finalizar com sucesso flectiu para a esquerda fazendo a bola sobrevoar o guarda-redes dos VG oferecendo o golo a Cardoso que surgiu a finalizar de cabeça junto ao segundo poste.

A vantagem duraria apenas um minuto já que uma falha de marcação permitiu a um adversário surgir a finalizar em posição frontal restabelecendo a igualdade.

Com o jogo agora mais repartido a nossa equipa procurava de novo a vantagem mas pecava sempre no capítulo da finalização desperdiçando jogadas ofensivas e a 4m do final, num ataque organizado dos VG, iríamos de novo facilitar permitindo uma variação de flanco ao ataque contrário com espaço e sem pressáo que resultaria no 2-3.

Forçados ao tudo ou nada a equipa foi em busca do empate mantendo o critério e tentando sair a jogar e a 2m do final Alex desmarcou Pedro na direita que assistiu Cardoso na área que, ao rodar para rematar foi agarrado de forma evidente por um adversário tendo o árbitro de pronto assinalado o penalti que Cardoso converteu fazendo o 3-3.

Instantes finais do jogo com Flores a efectuar remate ao ângulo para a defesa da noite do guardião dos VG indo a bola ainda beijar a barra mas a vontade de ganhar iria dar origem a um contra-ataque dos VG no último minuto de 3 contra 1 com a bola a conseguir ser cortada in extremis por Pedro.

Empate num bom jogo de futebol e numa exibição muito positiva da nossa equipa em que tivemos mais posse de bola e mais ocasiões flagrantes de golo que melhor aproveitadas nos poderiam conferir a vitória frente a uma excelente equipa dos VG, muito organizados e eficientes nas ocasiões obtidas.

12 Manel, 8 Alex, 13 Ricardo, 14 Flores, 7 Peter, 15 Méren, 17 Cardoso,
 3 Tomás, 16 Mauro e 6 Pedro

domingo, 3 de junho de 2018

CAF 1 ALL STARS 7: INACREDITÁVEL

E pronto, aconteceu algo sem explicação plausível.

Num jogo em que efectuámos uma das melhores primeiras partes do torneio tudo nos correu mal.

Primeira jogada do encontro e uma falha de marcação de Flores permite a um adversário receber a bola isolado e marcar o 0-1.

Boa reação da equipa a partir para cima do adversário e a obter de imediato o golo do empate por intermédio do Cardoso.

Depois, bem, depois começou o festival de golos perdidos que só quem esteve presente poderá atestar:

Cardoso enviou 4 (quatro) bolas aos postes em posição de fazer golo e ainda desperdiçou outras tantas oportunidades, algumas de forma incrível, outras com intervenções de qualidade do guarda-redes adversário mas em lances em que normalmente Cardoso não perdoa.

Flores com um remate colocadíssimo tal como Tomás noutra ocasião viram o guarda-redes dos All Stars fazer defesas incríveis.

Pelo meio Nuno e de novo Flores estiveram com tudo para marcar em mais, no total, de 12 bolas de golo todas falhadas.

E quem marcou foi o adversário graças a um penalti cometido por Nuno tão indiscutível como desnecessário.

E se a equipa veio para a segunda parte convicta de que a reviravolta e a vitória estaria ao nosso alcance o certo é que faríamos um segundo tempo fraco com a equipa a voltar aos maus hábitos antigos: passes errados, individualismos e desorganização táctica a abrir avenidas aos contra ataques do adversário que marcariam 5 golos sem resposta no tempo complementar quase todos muito facilitados.

Num jogo em que poderíamos ter chegado ao intervalo com uma vantagem de 3 ou 4 golos sem favor acabámos goleados por 7-1!

domingo, 27 de maio de 2018

CAF 2 ALL STAR TEAM 0: VITÓRIA DA UNIÃO E DA COESÃO DA EQUIPA

Jogo em atraso da segunda jornada  chegar numa boa fase da nossa equipa mas após mais uma semana difícil na convocatória para o jogo acabando-se contudo com 10 jogadores presentes embora dois limitados e que não conseguiriam terminar a partida.

Primeira parte muito disputada mas mais a meio campo, com pouca baliza. A nossa equipa, mais recuada no terreno, optou por privilegiar a solidez defensiva dando azo a maior posse de bola da equipa adversária. 

A nossa equipa mostrava dificuldade em chegar com perigo à área dos All Star mas, por outro lado, os caminhos para a nossa baliza eram bem fechados obrigado os adversários a rematar de longe e quando a bola saia enquadrada com a baliza Manel mostrava-se dono e senhor da situação.

Neste contexto a sensação de golo apenas surgiu quando Peter arrancou na direcção da baliza e serviu Ricardo descaído na direita para um remate rasteiro colocado ao poste mais longe fazendo a bola passar a escassos centímetros da baliza, situação idêntica num forte remate de longe que seu sensação de golo ao rasar o poste direito da baliza de Manel. 
 
Abreu, tendo conseguido comparecer extra convocatória iria estar poucos minutos em campo tendo a infelicidade de fazer uma entorse e Méren, vindo de lesão que afinal não estava curada, numa rotação para remate de longe sentiu uma reicidiva ficando igualmente afastado do jogo.

Ao intervalo a equipa rectificou algumas dinâmicas convicta de que a vitória estava ao nosso alcance e o jogo abriu-se um pouco mais. As jogadas de perigo surgiram então na baliza adversária mas também na nossa fruto do maior espaço agora concedido. Cardoso, de cabeça na sequência de um canto, ainda procura perceber como é que a bola não entrou e Peter estaria muito perto do golo quando rematou para defesa do guarda-redes dos All Star e na recarga fez a bola rasar o poste e Nuno, isolado por Peter, remataria à figura quando tinha tudo para fazer o golo. Na baliza oposta brilhava Manel com intervenções de grande nível sempre que era chamado a intervir.

O golo surgiria mesmo quando Cardoso, a passe de Peter, iria fazer o 1-0 mantendo a sua boa fase concretizadora marcando em todos os jogos e estaria perto de bisar numa grande jogada da nossa equipa com a equipa a sair a jogar tendo Pedro alves efectuado um passe na diagonal para o espaço vazio onde surgiu Nuno a desmarcar-se pela esquerda e a centrar rasteiro para Cardoso que quando contava já com o segundo viu um defesa conseguir desviar a bola in extremis.

Com os All Star a carregar na nossa área na busca do empate seria a nossa equipa a chegar ao 2-0 quando um centro de Nuno para Cardoso foi cortado por um defesa contrário para o interior da sua baliza.

Com 2-0 no marcador a vitória foi solidificada pela coesão defensiva conseguida e resultante de um grande jogo da equipa e de uma enorme entrega de todos os jogadores com destaque para o Manel na baliza e o Ricardo a secar o avançado contrário e a coordenar a nossa saída de jogo.

Manel, Rita, Ricardo, Pedro Alves, Meren, Nuno, Cardoso, Abreu, Tomás e Peter

terça-feira, 22 de maio de 2018

CAF 3 MABIC 3: ALTOS E BAIXOS

Com apenas 8 jogadores disponíveis para esta partida a equipa apresentou-se com a natural vontade de manter o curso dos recentes resultados positivos.

Frente a um Mabic que nos infligira a única derrota que temos nesta fase o jogo iniciou-se com a equipa, compenetrada na coesão defensiva, a ter uma posição demasiado encolhida em campo ficando o Cardoso muito sozinho na frente, o Méren e o Nuno, e mais tarde o Peter, demasiado colados à defesa e Flores e Rita a não arriscar nas subidas para não deixar Bruno e Manel desprotegidos.

Tal postura, se dificultava a vida ao adversário, também nos continha no nosso meio campo defensivo convidando os Mabic a carregarem sobre a nossa área fase em que nos valeu a presença de Manel entre os postes a salvar algumas distracções defensivas com destaque para uma defesa por instinto de elevado calibre quando os jogadores dos Mabic já gritavam golo.

Uma das escassas acções ofensivas  resultou em canto a nosso favor que Flores iria marcar teleguiado para a cabeça de Cardoso que, cabeceando de cima para baixo, abria o marcador aos 10m.

O cariz do jogo foi-se mantendo ao longo da primeira parte mas o empate surgiria aos 17m numa falha de comunicação entre Nuno e Bruno o primeiro desviou a bola de cabeça evitando o corte de Bruno e, inadvertidamente, isolando um adversário que perante Manel lhe fez passar a bola por cima.

Após os devidos acertos ao intervalo a equipa surgiu mais solta no terreno na segunda parte criando situações de aflição para o algo inseguro guarda-redes adversário mas logo aos 4m do segundo tempo uma falha de marcação iria permitir o surgir de um adversário isolado a escassos metros da nossa baliza que de primeira rematou para o 1-2.

Como um mal nunca vem só o Méren iria sofrer uma lesão muscular que o tiraria da partida numa fase em que ensaiara já os seus remates fortes de longe tendo estado perto do golo.

A perder por 1-2 e apenas com os 7 em campo disponíveis a equipa fez das fraquezas forças e arregaçou as mangas e seria recompensada a 10m do final com o 2-2 obtido por Cardoso após uma jogada em que a bola andou na área adversária em ressaltos e onde o apurado sentido de oportunidade de Cardoso fez a diferença.

Os Mabic avançaram com tudo fazendo pressão alta mas deparando-se com a nossa equipa a defender bem e Manel a efectuar defesas seguras. 

Com maiores e naturais dificuldades em se sair a jogar Manel ficou incumbido de jogar directo na frente, o que fez sem nunca acertar nas redes do topo, e dada a pressão alta dos Mabic tal permitiu o ganho de bolas no ataque ou pelo Cardoso ou ganhando-se as segundas bolas.

Num desses lances, ganho por Bruno, a bola chegaria aos pés de Cardoso que rematou para defesa do guarda-redes dos Mabic mas voltou aos seus pés tendo então o nosso goleador efectuado um chapéu magistral obtendo o 3-2.

Com escassos 6m para se jogarem Cardoso veio reforçar o nosso sector defensivo no intuito de se segurar a parca vantagem mas um livre directo batido da esquerda fez a bola furar a barreira feita pelo Rita batendo Manel desprevenido que defendeu a bola mas já dentro da baliza.

3m finais de loucos com os Mabic a carregar mas a nossa equipa, voltando ao jogo directo a ver as melhores ocasiões para vencer o jogo: Nuno, em posição frontal com tudo para fazer o golo falhou o remate batendo nas orelhas da bola, Cardoso lançado pela esquerda disparou um míssil para a defesa da noite em voo do guarda-redes adversário e nos segundos finais Cardoso a entrar na área pela esquerda não conseguindo fazer a assistência fatal mas a ser atingido no pé pelo guarda-redes dos Mabic em lance que nos pareceu merecedor de grande penalidade.

Empate 3-3 num jogo em que tivemos tudo para o vencer mas que, em termos de justiça, se aceita já que nunca fomos claramente superiores ao adversário, pelo contrário, em muitos momentos da partida foi a equipa dos Mabic a estar por cima no jogo.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

CAF 3 IBIZAS 2: QUANDO SOMOS EQUIPA SOMOS MAIS FORTES

Jogo frente a um adversário frente ao qual, na primeira fase, não conseguimos marcar um único golo em 100m (0-3 e 0-2) obrigando-nos assim a ser coesos e pacientes na forma de abordar a baliza contrária e solidários na forma de proteger a nossa.

E foi com essa vontade e essa postura que abordámos o jogo desde o minuto inicial privilegiando a posse e circulação da bola na procura de uma brecha numa das melhores defesas deste campeonato.

Seria contudo com um remate do meio da rua que Méren abriria o marcador beneficiando ainda de um desvio da bola num defesa dos Ibizas que trairia o guardião adversário. A equipa jogava bem e Abreu por pouco não fazia o segundo após passe longo milimétrico do Flores.

Os Ibizas iriam empate com um golo de jogada em que reiteradamente temos dificuldade em contrariar em mais um lance em que a bola é lançada para o espaço entre o último defesa e o Manel com o adversário a desviar de cabeça.

O golo do empate não afectou a nossa postura em campo e o 2-1 chegaria através de Cardoso com um golpe de cabeça letal a fazer a bola entrar ao ângulo.

A nova vantagem no marcador obrigava os Ibizas a arriscar um pouco mais e a dar mais espaço à nossa equipa para atacar e num desses lances de novo Cardoso iria sacar de um remate forte de fora da área com a bola a entrar junto ao poste esquerdo dos Ibizas.

Com 3-1 os Ibizas passariam o jogo para um pressing alto mas sem criar muito perigo perante um Manel sempre seguro nas suas intervenções até à chegada do intervalo.

A segunda parte traria, como esperado, os Ibizas a carregarem ao máximo à procura de recuperarem da desvantagem mas com a nossa equipa a defender muito bem tapando os espaços e com todos a dar o corpo às balas procurando depois no contra ataque dilatar o resultado.

Seriam os Ibizas a 9 m do final a reduzir para 3-2 numa jogada individual em que o jogador adversário ganhou ressaltos de bola e furou pelo meio da nossa equipa, que facilitou um pouco na abordagem ao lance, rematando fora do alcance do Manel.

O 3-2 se deu alma ao adversário para os minutos finais não estabilizou a nossa equipa que se uniu ainda mais mostrando superação e capacidade de sacrifício sendo nossa a maior ocasião de golo com Cardoso a rematar para defesa do guardião dos Ibizas sobrando a bola para o Abreu que na recarga tanto quis tirar a bola do alcance do guarda.redes que estava no chão que a fez passar a centímetros do poste.
Em resumo uma excelente vitória e uma exibição ainda melhor.

12 Manel, 9 Abreu, 10 Rita, 14 Flores, 18 Pedro Alves, 15 Meren, 17 Cardoso, 11 Nuno e 6 Pedro

segunda-feira, 30 de abril de 2018

CAF 3 VELHA GUARDA 3 - EMPATE EM JOGO QUE AMBAS AS EQUIPAS PODIAM TER GANHO

Início de jogo com golo dos VG no primeiro minuto numa bola bombeada em profundidade para a nossa área, a cair entre o Ricardo e o Manel e onde se encontrava um adversário a desviar de cabeça para a nossa baliza.

Boa reacção da nossa equipa a conseguir arrancar uma exibição muito positiva na primeira parte com o empate a surgir com alguma felicidade num livre directo batido pelo Ricardo em que o guardião dos VG ainda defendeu mas a bola tabelou num colega e entrou na baliza.

Com o Manel seguro na baliza a travar os remates do VG a nossa equipa conseguia mais posse de bola e chegaria ao 2-1 numa boa jogada que acabaria com Méren a fugir pela esquerda e a cruzar rasteiro para o coração da área onde surgiu Cardoso a não perdoar consumando a reviravolta.

A segunda parte começava repetindo-se o início da primeira. Primeiro minuto de jogo e centro da direita para o meio da nossa área onde um adversário, nas costas de Pedro e com Manel já a fazer-se ao segundo poste para recolha da bola, salta e chega à bola cabeceando sem oposição para a nossa baliza.

A equipa tentava reagir indo em busca de novo da vantagem mas as coisas já não saiam tão bem. Os nossos ataques não criavam perigo abusando-se de centros para fácil intervenção do guarda-redes adversário e quando o contra-ataque funcionava o último passe, ou a sua ausência, anulavam os nossos intentos. Por outro lado os VG tinham agora maior controlo do jogo criando mais situações de perigo aproveitando espaço no contra-ataque dado a menor capacidade de recuperação defensiva de muitos dos nossos jogadores.

Num desses lances surgiu um remate descaído da esquerda que fez a bola desviar no pé de Pedro Alves que tentava o corte traindo o Manel e colocando a nossa equipa a perder por 2-3 a escassos 4m do final da partida.

A equipa soube não baixar os braços e um minuto volvido Cardoso sacou um coelho da cartola com um remate à meia volta com ângulo reduzido e restabelecia de novo a igualdade.

Cardoso que na última jogada do desafio recebeu um passe longo de Rita e à meia volta no coração da área ia fazendo o golo da vitória valendo a oposição do guardião dos VG que com grande dificuldade conseguiu evitar o golo que seria excessivamente penalizador para a sua equipa.

(Manel, Rita, Ricardo, Flores Nuno, Meren, Cardoso,
Pedro Alves e Pedro)