Criado em 19-10-2010
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

8ª JORNADA: ARTFACTU 1 CDOM 1 - JOGO DE EQUILIBRIOS

Reportagem

Uma semana depois de se terem defrontado em jogo a contar para a Taça, com a vitória a sorrir ao Olivais e Moscavide por 4-0, esta equipa e o Clube ArtFactu voltavam a defrontar-se desta vez em jogo a contar para o campeonato. Este jogo era uma espécie de tira-teimas já que, se o Olivais e Moscavide foi mais forte no jogo da Taça, o Clube ArtFactu havia levado a melhor no jogo da primeira volta.
Cedo se percebeu que a partida iria ser disputada, um pouco à semelhança do jogo anterior cujo resultado desnivelado apenas surgiu nos últimos minutos de jogo. Em relação ao jogo anterior, o Olivais e Moscavide via-se privado de Nuno Roque e o ArtFactu surgia reforçado de Ricardo Carrasquinho. Estas alterações ajudaram a equilibrar a contenda. O Clube ArtFactu entrou melhor e Pedro Meren podia ter feito melhor, de cabeça, após cruzamento de Ricardo Carrasquinho. O mesmo Pedro Meren voltou a estar em evidência após boa jogada individual mas encontrou pela frente o guarda-redes Tiago Silva que, com uma grande defesa, impediu o golo à equipa "encarnada". O Olivais e Moscavide reagiu de imediato e Ricardo Maia, de cabeça, obrigou Manuel Pinheiro a ter de se aplicar. Contudo, era o Clube ArtFactu que estava na mó de cima e, aos 14 minutos, adiantou-se no marcador. Excelente jogada de combinação entre Ricardo Carrasquinho e Pedro Flores com este a isolar-se e a levar a melhor no duelo com Tiago Silva. Motivado por este golo, o ArtFactu podia ter dilatado a vantagem mas Ricardo Carrasquinho, muito bem servido por Pedro Meren, não conseguiu bater Tiago Silva. Antes do descanso, o Olivais e Moscavide criou a sua melhor ocasião em todo o primeiro tempo mas Rui Filipe Gémeo, desmarcado por Ricardo Maia, revelou-se pouco assertivo no momento da finalização. Ao intervalo, o ArtFactu vencia por 1-0.
No segundo tempo, esperava-se um Olivais e Moscavide mais forte e assim aconteceu. A equipa entrou com outra atitude e José Branco e Rui Matos deram os primeiros avisos logo nos instantes iniciais da etapa complementar. Manuel Pinheiro ia adiando o tento do empate mas, aos 31 minutos, nada pôde fazer para travar o remate do homónimo Manuel Baptista. Este, no seu jeito agressivo - no bom sentido - roubou a bola a Pedro Meren tentando depois a sua sorte, restabelecendo o empate. Na luta pelos primeiros lugares, o Olivais e Moscavide, já conhecedor da vitória do A.C. Mabic, pressionou no sentido de somar os três pontos em disputa. Oportunidades não faltaram mas a pontaria deixou muito a desejar. Rui Matos foi o mais inconformado nesta fase mas até a trave serviu para impedir que este jogador facturasse. Ricardo Maia e Jorge Rosa também tentaram mas sem sucesso. Do lado contrário, Pedro Meren e Ricardo Carrasquinho podiam ter resolvido a partida a favor do ArtFactu mas o empate acaba por constituir o desfecho mais justo.
Manuel Baptista, do lado do Olivais e Moscavide, e Ricardo Carrasquinho, por parte do Clube ArtFactu, foram os melhores em campo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

J7 - ARTFACTU 1 MABIC 3: TIROS NO PRÓPRIO PÉ

Crónica MF:

Reportagem

Com o campeonato marcado pelo equilíbrio, qualquer jogo deste torneio torna-se imprevisível. O Clube ArtFactu, que já havia vencido alguns dos principais candidatos ao título, pretendia agora bater o pé ao A. C. Mabic que liderava isolado a tabela classificativa.
Antevia-se um bom jogo e, mais uma vez, assim aconteceu. Equilíbrio e emoção não faltaram sobretudo no primeiro tempo, período no qual os dois guarda-redes tiveram de se aplicar para evitar que a sua baliza fosse violada. Começou melhor o A.C. Mabic com Joaquim Rijo a obrigar Manuel Pinheiro a ter de se aplicar. O ArtFactu respondeu por intermédio de Ricardo Carrasquinho que, nesta partida, foi claramente o jogador mais inconformado dos "encarnados". Por duas vezes, o médio tentou a sua sorte de longe valendo ao A.C. Mabic a atenção do seu guardião José Jesus. No melhor período do ArtFactu, o golo esteve próximo de acontecer mas faltou uma pontinha de sorte a João Abreu que viu o seu remate ser devolvido pela trave. E, como quem não marca, acaba normalmente por sofrer, o A.C. Mabic acabou por se colocar em vantagem um pouco contra a corrente de jogo. Na sequência de um livre indirecto apontado por Mário Manteiga, a bola sobrou para Vítor Santos que, com um remate cruzado, abriu o activo, fazendo o 1-0 resultado com que se atingiu o intervalo.
No segundo tempo, a partida ficou marcada pela expulsão, por palavras, de José Russo. Com mais um elemento em campo, o A.C. Mabic tirou partido dessa situação e Manuel Pinheiro foi adiando o segundo golo dos "amarelos" com boas defesas a remates de Marco Pombo e Vítor Santos. Contudo, aos 42 minutos nada pôde fazer para impedir a festa do A.C. Mabic após uma excelente jogada colectiva finalizada por Bruno Nunes. No entanto, já se conhece a fibra dos jogadores do Clube ArtFactu que, mesmo a perder por 2-0 e em inferioridade numérica, nunca viraram a cara à luta. Num pontapé de raiva, Ricardo Carrasquinho recolocou a sua equipa na discussão pelo resultado a sete minutos do fim. A incerteza quanto ao vencedor permaneceria até perto do minuto 48, altura em que Vítor Santos, de longe, recolocou a sua equipa a vencer por dois golos de diferença. Estava feito o 3-1 final e o segundo da conta pessoal de Vítor Santos. Até final, o ArtFactu não baixou os braços e Bruno Barroso ficou a milímetros do 3-2, resultado que talvez traduzisse melhor o que se passou em campo. Ainda assim, a vitória do A.C. Mabic não sofre contestação.
Vítor Santos, por parte do A.C. Mabic, e Ricardo Carrasquinho, do lado do ArtFactu, foram os melhores em campo.


12 Manel, 4 Bruno, 17 Cardoso, 15 Russo (CV), 9 Abreu, 8 Alex, 14 Flores, 13 Ricardo (1) e 6 Pedro

sábado, 28 de novembro de 2015

5ªJ: ARTFACTU 7 ENTREPOSTO 1 - A ROÇAR A PERFEIÇÃO

Grande noite da equipa Artfactu a dar a melhor resposta após a derrota da jornada anterior.
Com a concentração e os objectivos do jogo a virem, por uma vez que seja, bem definidos do balneário, a equipa apresentou-se sólida, concentrada e determinada em realizar uma boa exibição.
Após os minutos iniciais de estudo mútuo das equipas a nossa boa posse e circulação de bola foi-nos conferindo o domínio da partida.
Com Cardoso a comandar e centrar o jogo a partir da sua posição mais recuada na defesa a bola foi girando pelas alas à procura de espaço para as entradas de David ou os remates de longe do Méren.
Os primeiros lances de perigo surgiram na baliza adversária com Flores, num deles, a ver o poste da baliza negar-lhe o golo.
Manel teve uma primeira parte tranquila mas brilhou numa saída aos pés de um adversário na única situação de verdadeiro perigo criada pelo Entreposto.
Aos 7m Flores aponta um canto com precisão para a cabeça de David que abria o marcador e aos 15m David aproveitava uma bola cortada na defesa pelo Pedro para se isolar e não perdoar no frente a frente com o guarda-redes adversário.
Com a bola quase sempre na nossa posse aos 23m Méren faz um passe a rasgar na diagonal a defesa adversária assistindo Alex para fazer o 3-0 com que chegaria o intervalo.
Na segunda parte o Entreposto veio determinado a reentrar na disputa do jogo criando então alguns lances de perigo e obrigando Manel a mais trabalho com Cardoso, bem apoiado por Russo e Bruno a fechar os caminhos aos adversários.
Aos 31m o lance mais peculiar acontece quando Cardoso alivia uma bola da defesa e se ouve um apito vindo do campo de futsal que gerou dúvida nos adversários mas não em Méren que não desistiu do lance e rematou a contar sem saber se deveria festejar mas com o árbitro a explicar aos jogadores do Entreposto que não tinha sido ele a apitar.
Aos 36m o Entreposto reduzia para 1-4 num centro para o segundo poste a proporcionar um bom golo de cabeça e a colocar ainda energia na sua equipa em lutar pelo jogo no período menos conseguido da nossa equipa que não conseguia manter a posse de bola.
Mantinha-se contudo a eficácia defensiva e aos 44m Méren arrancava pelo meio e rematava forte e colocando ainda bem fora da área obtendo o 5-1 que quebraria anímicamente o adversário.
Voltava a boa qualidade de posse de bola da nossa equipa aliada ao espaço para o contra-ataque com Flores a isolar-se pela esquerda e a fazer o 6-1 e Bruno a fazer o 7-1 a concluir uma das nossas melhores jogadas com Davis a oferecer-lhe o golo que Bruno à tanto procurava.
Antes do final ainda foi o 8-1 que andou perto num cabeceamento em mergulho que daria a Cardoso um merecido golo mas que o guarda-redes adversário conseguiu evitar.
Vitória a carregar de moral a equipa numa atitude a ter que ser repetida nos jogos que faltam disputar.

12 Manel, 16 Russo, 17 Cardoso, 4 Bruno (1), 14 Flores (1), 15 Méren (2), 18David (2), 8 Alex (1),  6 Pedro

domingo, 22 de novembro de 2015

ARTFACTU 1 TEAM ASSISTANCE 3: FALTA DE ATITUDE

CRÓNICA DE PEDRO CARDOSO

Uma Palavra – ATITUDE

Por vezes os jogos treinos servem para criar autonomismos, outras servem para desviar atenções. Pois bem, foi isso mesmo que aconteceu. A equipa convencida que a vitória estava certa face a um oponente que já tínhamos conseguido vencer antes.
Entrada muito displicente, com muita falta de atitude em querer assumir o jogo e a deixar a equipa adversária ganhar confiança defensiva, sustentada por um Guarda Redes praticamente insuperável.

Mesmo com uma entrada a meio gás, conseguimos criar algumas oportunidades com Meren e David a criarem situações de golo, mas com o GR adversário a defender.
Com Cardoso na defesa, face à chegada tardia de Bruno, assistíamos a uma troca de bola entre o nosso setor recuado (Russo e Flores), sem conseguir chegar muitas vezes à área adversária.
Não foi por isso de espantar o aparecimento do golo adversário à passagem dos 20”, numa perda de bola defensiva por parte de Flores que o adversário aproveitou da melhor forma.
Com a subida de Cardoso para a frente de ataque, e a entrada de Bruno, assistiu-se a uma reação natural da Artfactu que viria a dar os seus frutos na conversão de uma Grande Penalidade por parte de Cardoso após falta cometida sobre David aos 23”.

E quando tudo parecia que estava encaminhado para a reviravolta no marcador, eis que a nossa equipa chega para a segunda parte com a mesma “atitude”, deixando o adversário acreditar e não sendo produtiva em termos atacantes. Embora com mais oportunidades de golo criadas seria a Team Assistência a fazer mais dois golos aos 37” e 43”em mais duas fífias defensivas.
E se o GR adversário esteve bem na primeira parte, o que dizer da segunda em que defendeu tudo o que foi direcionado a si, incluindo uma defesa por instinto a um remate de Cardoso já dentro da área e ainda com o resultado em 1 x 2.
Meren, David (muito aquém do normal rendimento), Cardoso, Flores (de cabeça??) e Abreu (que grande defesa) bem tentaram, mas não conseguiram desfeitear o adversário.
Resultado justíssimo e uma arbitragem tranquila.

Fica o alerta, não basta cerrar fileiras e ter atitude contra equipas que no inicio possam demonstrar superioridade, é preciso ter uma atitude de querer ganhar, de saber sofrer, de apoiar o colega, mas principalmente de não menosprezar o adversário desde o inicio dos jogos e até final.

12 Manel, 4 Bruno, 7 Peter, 8 Alex, 9 Abreu, 14 Flores. 15 Meren. 16 Russo, 17 Cardoso (1P) e 18 David

terça-feira, 17 de novembro de 2015

CRÓNICA MASTERFOOT


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Detalhes do jogo

Competição: 11ª SuperLiga MasterFoot Veteranos
Torneio: Campeonato Veteranos
Jornada: 3ª Jornada
Data: 2015-11-13
Hora: 21:10
Local: AirFut 1

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Pedro Meren 14"
Alexandre "Alex" Nunes 35"
David Soares 41"
David Soares 47"
 
 
 
 
 

Reportagem

O campeão em título chegava a esta 3ª jornada 100% vitorioso, eram duas vitórias em outros tantos jogos. Como adversário tinha a experiente equipa dos Arfactu, que se tinham estreado na primeira jornada com uma vitória, mas na ronda anterior tinham sido surpreendidos pelos NJV 7.

Foi sem dúvida um jogo com um sabor amor para o campeão, entraram bem na partida e rapidamente "empurraram" o adversário para o seu meio campo. A Arfactu "cerrou fileiras" e percebeu que teria de defender bem e tapar os caminhos para a sua baliza. Os lances de perigo do Team da Aldeia surgiriam uns atrás dos outros, bola corrida, Figueira de bola parada mas no final surgia uma Manel Pinheiro, uma autêntica "ave de rapina" que em sucessivos "voos picados" defendia oportunidade de golo atrás de oportunidade de golo. Na frente de ataque da Arftactu a vida não era fácil para David Soares, sempre muito só e desapoiado. Iria perto do minuto 14, obrigar Bruno Simões a defesa com os pés, após remate cruzado. Após este primeiro aviso, logo de seguida Pedro de pé esquerdo fazia um grande golo. Remate frontal colocadíssimo sem hipóteses para Bruno Simões. Autêntico "balde de água fria" para os pupilos de Álvaro Pacheco. O Team da Aldeia acusaria bastante este golo sofrido, sendo que até ao intervalo, não voltaria a conseguir pegar nas rédeas do jogo.

O intervalo foi bom conselheiro para o Team da Aldeia e voltava a entrar em campo apenas com uma coisa na mente. A baliza de Manel Pinheiro! Iriamos assistir a uma réplica do primeiro tempo, Toninho Pinto e companhia mais uma vez tomavam de assalto a baliza adversária, mas Manel estava mesmo numa noite simplesmente perfeita. Foram 10m de grande pressão mas com a expulsão de "Paneira" e agora reduzida a seis elementos tudo se complicaria. Aos 10m Alex faria o gosto ao pé e colocava o marcador em 2-0 para os "reds", impressionante percentagem de finalização para a Artfactu. Apesar de nunca terem desistido o Team da Aldeia já pouco tinha a fazer, pois o destino deste jogo estava traçado. Em dois lances bastante similares David Soares com dois excelentes remates bisaria na partida e aproveitava da melhor maneira as assistências de Pedro Nunes.

Resultado final 4-0 para os Artfactu, com o Team da Aldeia a sofrer a sua primeira derrota na prova. O homem do jogo só poder ser um, Manel Pinheiro teve uma noite assombrosa, onde defendeu o possível e o impossível.