Criado em 19-10-2010
www.facebook.com/clube.artfactu

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

JOÃO MOURINHO RITA


"Comigo, agora, é sempre a vencer e com nota artística."
"Ainda temos a taça para ganhar."
"Prefiro 7 dentro de campo a 6 cá fora"
"A táctica é ganhar o jogo seja em 2-3-1 ou 3-2-1 ou 3-3 e sempre com um guarda-redes na baliza!"
"SOU ILUMINADO"

sábado, 12 de fevereiro de 2011

ARTFACTU 9 GOIANIA 3


Estavam reunidas as condições para haver caldeirada tal a postura que semanalmente os jogadores da equipa da Goiania vinham assumindo.
Assim, o ponto prévio da nossa equipa era apelar à máxima concentração recusando qualquer 'convite' para responder a provocações que se expectavam, e que se viriam a concretizar.
Como estratégia inicial os 'Goiania' apresentaram-se com 13 elementos e vários estreantes (já é hábito contra a nossa equipa) enquanto do nosso lado, estrategicamente, o João não pode comparecer... (eheheheh)
Para não variar começámos o jogo a perder num lance casual e o cenário tornava-se escuro com a postura do árbitro inicialmente bem mais autoritário para com a nossa equipa. Pedro é derrubado dentro da área em lance transformado em falta fora da área e ainda a valer amarelo a Ricardo por protestar e logo de seguida, do nada saia novo amarelo por palavras a Cardoso.
A equipa superou essa fase,  Rita, a treinador, rectificava a táctica inicial de 2-3-1 para o 3-2-1 em que estamos mais rotinados, e a Artfactu impôs o seu futebol e Rui Jesus assistiu Cardoso para o 1-1 e apenas um minuto volvido, com um potente remate fora da área, Ricardo punha o marcador a nosso favor.
Em cima do intervalo Cardoso fazia o 3-1.
Para a segunda parte havia que manter a estratégia perante o nervosismo adversário.
E nada melhor do que com o melhor golo do jogo: o gr adversário sai da baliza em antecipação aliviando a bola mas colocando-a nos pés de Ricardo que, desde o meio-campo, com um forte remate em arco alvejava a baliza deserta.
Os Goiania ainda reduziriam para 4-2 ganhando algum ânimo mas Cardoso restabeleceria a diferença passando o resultado para 5-2.
É nesta fase que, depois de várias faltas duras e provocações verbais que não obtiveram eco nosso, surge o golpe de teatro: à falta de confrontação connosco dois jogadores dos Goiania passam de palavras a actos e trocam o futebol pelo pugilismo.
Acalmados os ânimos ao árbitro não restou outra alternativa senão expulsar esses dois jogadores deixando os Goiania a jogar com 5.
Em dois minutos Flores e Rui Jesus passavam o resultado para 7-2 ao qual se seguiu o momento mais penoso da noite com o 3º golo sofrido apesar da superioridade numérica.
Flores e Cardoso marcariam de novo com o nosso guarda redes Rui a bater na barra um penalty de permeio.
Vitória clara, justa e com futebol por vezes  brilhante num jogo em que, acima de tudo, fomos coesos e inteligentes.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

REPÓRTER DE IMAGEM

Peter é um artista. Dentro e fora dos relvados. Completo!
Depois da sua incursão na área da filmagem desportiva, Peter deslumbra-nos agora com a forma como capta a pura essência de um jogo de futebol.
Sem palavras!
Brilhante!











sábado, 5 de fevereiro de 2011

AS REGRAS CONFUSAS DA MASTERFOOT

A equipa dos Galácticos constitui o maior paradigma!
A sensação de algo estranho já passara por todos em Oeiras.
Certezas?
Vejam a equipa no site da Masterfoot activando a opção "antigos jogadores"(?) e constatem:
32 jogadores!!!!!
Todas as semanas renovam o plantel!
Todas as semanas os Galácticos são uma equipa renovada!
Belo regulamento este!
Bela competição...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

RESCALDO: JOÃO E O ACORDO ORTOGRÁFICO

Num campeonato claramente marcado pela profusão de equipas de brasileiros, com uma clara vertente conflituosa e corporativa, sendo seu expoente a equipa Galácticos que todas as semanas tem jogadores novos a estrear já devendo ter ultrapassado as três dezenas de jogadores utilizados, o João foi possivelmente tomado como elemento do SEF o que originou a sua retirada do estádio sob fortes medidas de segurança.

ARTFACTU 0 SINTRA 2007 3: FESTIVAL DE DESPERDÍCIOS SÓ PODIA DAR EM DERROTA

Mesmo com a equipa desfalcada de vários elementos bem cedo se constatou a superioridade da nossa equipa no jogo, a qual se revelaria nas primeiras ocasiões de golo, as quais, qual prenuncio do que se seguiria, foram sendo desperdiçadas.
A equipa adversária, beneficiando de maior frescura física fruto da juventude da sua equipa, apostada em transições rápidas e contra-ataques para criar algum perigo junto da nossa baliza.
Mas seria, contudo, num lance aparentemente inofensivo, que os Sintra2007 chegariam à vantagem. Uma bola cruzada rasteira, e algo devagar, cruza a nossa área numa trajectória sem que ninguém a interceptasse e um jogador adversário surge a falhar o remate desviando-a contudo na direcção da baliza sem que o Rui a conseguisse deter a tempo.
A nossa resposta foi imediata mas ineficaz. Cardoso duas vezes isolado fez aquilo que nunca faz, Bruno de fora da área por duas vezes fez o gr adversário brilhar. João a fazer a bola rasar o poste, Alex e Flores a rematarem sem sucesso.
É neste cenário que Alex é claramente derrubado no meio campo sem que o prepotente António Marçal marcasse a falta originando-se um contra-ataque dos Sintra que acabaria com, mais uma vez, um adversário a falhar o remate mas a conseguir, com a ajuda do Rui que facilitou neste lance, o 2-0.
A segunda parte traria um domínio constante da nossa equipa mas estava escrito que ninguém conseguiria marcar nesta noite.
O arrogante Marçal mostrava-nos amarelos sempre que recorríamos à falta para deter os contra ataques adversários enquanto o matacão do nº 9 dos Sintra distribuía fruta a belo prazer, o Bruno que o diga já que teve de sair lesionado, sem que sequer ouvisse um aviso do cagão Marçal.
Seria já a escassos minutos do final, numa altura em que atacávamos com 6 ficando apenas o Rui lá atrás, que numa perda de bola do João surgiria novo contra ataque com o jogador dos Sintra, isolado, a, triste sina a nossa, falhar de novo o remate mas fazendo o 3-0.
Há noites assim.
Pagámos pelos nossos falhanços, quer no ataque quer na defesa, pelo mastigar excessivo na bola a meio campo cortando muitas jogadas promissoras, esquecendo-nos que, dada a maior idade da nossa equipa, é a bola que tem de girar mais rápido de jogador para jogador, com menos floreados, e evitando o afunilamento nos passes repetitivos ao invés de rodar por toda a equipa.
Para a semana há mais e voltaremos às vitórias.