Criado em 19-10-2010
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segunda-feira, 23 de outubro de 2017
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
LIGA SILVER J2: CAF 3 AUTOCAB 6 - VITÓRIA DA FORÇA
Frente a uma AutoCab renovada e reforçada, com ex-jogadores de futebol e uma capacidade física muito acima da média para o torneio, a nossa equipa tinha de apelar ao espírito de sacrifício e união para fazer face a este adversário.
O jogo começou assim com o domínio no jogo do adversário enquanto a nossa equipa ia tentando explorar os espaços nas costas da defesa deles para tentar o contra ataque.
O 0-1 chegaria no entanto ao minuto 7 com um remate do meio da rua de um dos artistas convidados para o jogo o qual apanhou Manel de surpresa e dois minutos depois um cruzamento largo para a nossa área daria o 0-2 com um adversário a surgir isolado a finalizar com o peito.
A perder a equipa soltou-se mais e arriscou mais na posse de bola e ataque e Alex com remate ao poste e depois Abreu a furar pelo meio e a estoirar à barra davam a confiança para a disputa do jogo enquanto Manel ia brilhando na nossa baliza.
A acabar a 1ª parte um centro de Alex para a área encontraria um embrulho entra António e um defesa adversário sendo a bola desviada caprichosamente para o fundo da baliza da AutoCab.
1-2 ao intervalo.
A AutoCab veio para a segunda parte a disparar forte e feio para a nossa baliza fazendo tiro ao alvo ao Manel e aos nossos jogadores e num desses lances a bola saiu enrolada e traiu Manel que ficou mal na fotografia.
Entrávamos na fase em que o aspecto físico dava ordens e o "rebentar" de jogadores nossos era acompanhado pelo adversário que tinha em três jogadores de origens africanas pujança física para dar e vender e potência no remate.
O 1-4 e o 1-5 surgiriam assim com a nossa defesa em inferioridade física e numérica nada podendo o Manel fazer.
No ataque Ricardo de livre ia fazendo tremer a baliza dos AutoCab com dois remates a falhar o golo por centímetros e Flores estaria igualmente muito perto de marcar.
A capacidade de luta e entrega da equipa resistia ao resultado e entrávamos nos 10m finais a vender cara a derrota.
Aos 43m Pedro cruza para a área correspondendo à desmarcação de Abreu e o cruzamento iria caprichosamente seguir a direito para o fundo da baliza adversário fazendo o 2-5.
Poucos minutos depois, em novo livre directo dada a profusão de faltas, algumas duras, sofridas, Ricardo, descaído para a direita, aplicava o seu remate em folha seca e faria de livre directo um grande golo reduzindo para 3-5.
A equipa respirava e acreditava e aos 45m Abreu fica isolado na cara do guarda-redes da AutoCab e perdeu de forma inglória o 4-5 que nos recolocaria na discussão do resultado.
No último minuto seriam ainda os AutoCab a conseguirem novo golo a fecharem o jogo com 3-6.
Derrota mas num jogo de luta e raça com a equipa a não sair vergada do campo mas com muitos ais a ficarem no corpo para o dia seguinte.
sábado, 30 de setembro de 2017
LIGA SILVER J1: ARTFACTU 7 INTRUM JUSTITIA 5 DIFICULDADES EVITÁVEIS
Jogo inaugural da Liga Silver do 14º MF Veteranos que começou a disputar-se ainda antes do apito inicial da partida.
No lado da nossa equipa com a recepção e estreia de Nuno Santos que apesar de já conhecer quase todos os outros elementos do plantel nunca tinha envergado a nossa camisola.
Intuído desde logo a fazer uso do seu forte pontapé num campo a isso propício não se viria a fazer rogado.
Mas se o capitão Pedro Nunes esteve bem nessa premonição esteve já mal noutra decisão antes do jogo.
Os Intrum, à hora do início da partida, tinham apenas 5 jogadores e um sexto a caminho.
A organização veio consultar o nosso capitão sobre a recruta de um convidado que estava no pavilhão, sem ligação à equipa adversária, e com a agravante de ter apenas 28 anos.
Erro crasso, mesmo em nome do fairplay, nessa anuência uma vez que esse elemento viria a ser o melhor jogador da equipa adversária e recorrendo diversas vezes a faltas e jogo mais duro.
Os minutos iniciais do jogo, 7 ou 8, resumiam-se ao adversário fechado em frente à sua baliza e a queimar tempo até à chegada do seu 7º elemento.
E se os 10 primeiros minutos foram de sentido único mas sem resultado já na premida descida do adversário em contra-ataque fariam o 0-1.
Reacção pronta e aos 13m Alex cobra canto ao 2º poste onde Abreu dominou a bola e rematou para o empate.
No minuto seguinte o golo da noite com Nuno a flectir da direita para o centro e a rematar colocado ao canto superior esquerdo da baliza contrária.
Bola ao meio e segundo remate dos Intrum e o 2-2.
Jogavam-se minutos loucos pois após a bola ao meio seria Nuno a rematar forte e a fazer o 3-2.
Aos 22m Nuno centra para a área o guarda-redes dos Intrum não conseguiu segurar a bola e Pedro, oportuno, aproveitava para fazer o 4-2.
Mas num jogo em que Manel apenas tivera um lance difícil em que se saiu aos pés de um adversário que o atingiu na face veria o 3º remate dos Intrum a dar o 3º golo deles sem que nada pudesse ter feito para o evitar.
Já o árbitro se preparava para apitar para o intervalo Nuno faria novo golo colocando o resultado em 5-3.
A equipa veio para a segunda parte decidida a gerir melhor o jogo, ter mais posse de bola e maior cuidado defensivo de forma a não sofrer mais golos e aumentar o score mas em novo momento estranho do jogo sofreríamos dois golos de rajada, aos 28 e 29m.
Com um inacreditável 5-5 no marcador toda a equipa foi em busca da vitória e os ataques sucederam-se com as ocasiões a surgirem e quando o golo parecia não querer surgir com António e Flores a fazerem a bola bater nos postes lá surgiu de novo o remate forte de Nuno a fazer o 6-5 com outro grande golo.
O adversário usava e abusava do jogo directo para o seu avançado que, a jogar bem de costas para a baliza ia sempre obrigando a cuidados na defesa até que ao minuto 41 surgia o momento Messi da partida.
João Rita recolheu a bola em cima da linha lateral esquerda do nosso meio campo defensivo e arrancou, cruzou a divisória e entrou num filme perfeito desviando-se de dois adversários entrando na área e desviando a bola do alcance do guarda-redes fazendo o 7-5.
Jogo atribulado em demasia no marcador mas uma vitória, justa, merecida mas mais suada do que seria expectável.
Arbitragem em bom plano.
sábado, 23 de setembro de 2017
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
VISÃO MASTERFOOT
Reportagem
O Artfactu regressava das férias para defrontar a poderosa formação do Biqueiras de Aço. A formação orientada por Pedro Nunes, entrava para este jogo com favoritismo na casa das apostas, isto porque, o Biqueiras apresentava-se apenas com 5 jogadores no total. O Biqueiras de Aço, tinha uma tarefa complicada, isto porque, apenas chegaria mais um jogador até ao final da partida.
Apenas com 4 jogadores, a equipa do Biqueiras fechava-se junto à grande área no intuito de aguentar o máximo possível e espreitando um contra-ataque. O Artfactu circulava a bola com o objectivo de encontrar espaços para finalizar. A circulação do Artfactu era um pouco lenta, o que ajudava à defensiva dos Biqueiras. O primeiro sinal de perigo, vem dos pés de João Paulo Brito que num contragolpe rápido atira ao lado da baliza de Manel. Na resposta, o Artfactu a atirar ao poste, após um remate de Rita. Apertava mais a formação encarnada do Artfactu procurando o golo, e quando o Biqueiras coloca mais um jogador em campo, as marcações baralham-se e Pedro Nunes aproveita para rematar fora-de-área para o golo cruzado, longe do alcance do guardião Kikas. Vantagem para o Artfactu. Os Biqueiras com 5 jogadores de campo, já conseguia ter mais bola e impôr o seu jogo de circulação, apensar disso, o Artfactu continuava a controlar o jogo e exemplo disso foi o remate de Meren que por muito pouco não entrou, a bola bate na barra para desespero de toda a sua equipa. Aos 13 minutos António Teixeira recepciona com grande qualidade e combina com Zé Maria que devolve de calcanhar para o defesa do Biqueiras rematar para o fundo das redes. No minuto seguinte, Pedro Nunes a bisar na partida, após defesa incompleta de Kikas e o capitão a rematar de primeira com grande potência. Mesmo em cima do intervalo, Pedro Flores vai fazer um golo muito importante, elevando o marcador para 3-1, num remate em queda de pé esquerdo à entrada de área, a bola desvia num defesa que trai Kikas.
No segundo tempo a história foi outra. João Paulo Brito e Aníbal Rodrigues assumiram as despesas da partida e começaram a criar perigo. Ao minuto 5, João Paulo Brito vai rematar em arco para um voo excepcional de Manuel Pinheiro. À passagem do minuto 8, canto estudado do Biqueiras com João Paulo Brito a passar a Gonçalo que assiste Aníbal que finaliza com sucesso. No entanto, o Artfactu continuou à procura de ampliar a vantagem e Carrasquinho a permitir um voo fantástico de Kikas, após um remate que levava selo de golo. Com 5 minutos para o fim, Zé Maria acelera pelo corredor central e remata com Manuel Pinheiro a não conseguir segurar um remate que parecia fácil de defender. Empate consumado, com 5 minutos para o fim do encontro. Eis que, o "impossível" acontece. João Paulo Brito conduz um contragolpe fulminante combina com Aníbal e o capitao a empurrar para o fundo das redes no último minuto do encontro. Mesmo em cima do apito final, cruzamento para a área e Pedro Nunes a cabecear por cima do travessão. Desespero total do Artfactu que teve o jogo na mão ao longo de todo o jogo.
A velha máxima do jogo só acaba quando o árbitro apita reinou neste encontro. Reviravolta nos últimos 5 minutos, deitaram por água todo o jogo do Artfactu. Destaque individual para Aníbal Rodrigues no Biqueiras e Pedro Nunes para o lado do Artfactu. Boa sorte às duas equipas na próxima ronda.
domingo, 17 de setembro de 2017
ARTFACTU 3 BIQUEIRAS DE AÇO 4: MASOQUISMO A FECHAR A 1ª FASE
Jogo final de uma primeira fase que não deixa boas recordações.
Em partida apenas para cumprir calendário e ganhar ritmo frente aos campeões em título as vantagens estavam todas na nossa mão em virtude da falta de jogadores do adversário.
Os Biqueiras começaram a partida fechados na defesa apenas com 5 jogadores sem que a nossa equipa tenha conseguido extrair daí qualquer benefício.
7 minutos iniciais com o Manel como espectador mas com a nossa equipa a atacar de forma precipitada quer no capítulo do remate quer na definição do último passe.
Quando o adversário possuía já o sexto elemento em campo Pedro disparava da esquerda um remate cruzado que abria o marcador aos 8m.
Com o jogo de sentido único e o adversário a tentar o contra-ataque viria o golo do empate numa primeira desconcentração da equipa relativamente ao momento defensivo.
No minuto seguinte Ricardo rematava de fora da área para a defesa possível do gr adversário surgindo oportuno Pedro a fuzilar de primeira na recarga fazendo o 2-1.
Flores, ainda na primeira parte, num remate enrolado que tabelou nos defesas adversários, faria o 3-1 resultado que se verificava ao intervalo.
Com o jogo aparentemente controlado a segunda parte mostrou a desorganização da nossa equipa, com vários jogadores a desposicionarem-se no terreno, perdendo-se a bola com dificuldade não se explorando a vantagem numérica.
Os ataques continuavam a ser mal definidos, os remates a não enquadrarem-se com a baliza e o 4-1 a nunca surgir.
O adversário, com a qualidade dos seus jogadores, aproveitou o nosso desposicionamento e conseguiu situações de finalização em vantagem numérica!!!
Assim, apesar de jogarem com menos um, encontraram espaço na nossa defesa para marcarem 3 golos na segunda metade e darem a volta ao resultado.
Derrota por 3-4 difícil de digerir para por culpa exclusiva da nossa equipa.
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