Criado em 19-10-2010
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quinta-feira, 28 de abril de 2016

ARTFACTU 1 FC VELHA GUARDA 2

Reportagem

Depois da derrota averbada na primeira jornada, o FC Velha Guarda pretendia rapidamente dar a volta à situação diante do ArtFactu que, por seu turno, ambicionava estrear-se com uma vitória.

Antevia-se, à semelhança de jogos anteriores entre estas duas equipas, grande equilíbrio. Assim aconteceu. Os dois conjuntos equivaleram-se em campo com oportunidades de perigo junto das duas balizas e os dois guarda-redes a rubricarem exibições muito positivas. José Branco, por parte do FC Velha Guarda, foi o primeiro a estar próximo de marcar mas viu Manuel Pinheiro corresponder com uma grande intervenção. O ArtFactu respondeu e Pedro Nunes viu o seu remate ser desviado pelo poste. Motivados por esta ocasião, os agora "cinzentos" procuraram mais oportunidades de golo e elas surgiram por intermédio de Alexandre Nunes e Pedro Flores. Contudo, muito atento, o guarda-redes Tiago Silva efectuou duas intervenções muito seguras. Num jogo de parada e resposta foi então a vez do FC Velha Guarda criar perigo e Manuel Pinheiro voltou a ter de mostrar serviço a remates de Gattuso e José Branco. No entanto, a um minuto do intervalo, o FC Velha Guarda colocou-se mesmo em vantagem. Após um mau alívio da defesa do ArtFactu, a bola sobrou para Rui Matos que atirou a contar fazendo o 1-0, resultado que se manteve até ao intervalo.

No segundo tempo, o ArtFactu entrou com vontade de inverter o rumo dos acontecimentos e, logo nos instantes iniciais, Pedro Flores quase desviou com êxito um livre apontado por Tomás. Estava dado o aviso e, aos 33 minutos, surgia o tento da igualdade. Boa iniciativa de João Abreu a solicitar Alexandre Nunes que, de bico, surpreendeu Tiago Silva, restabelecendo o empate. Este era um resultado que não interessava às duas equipas e foi o FC Velha Guarda a dar mais sinais de inconformismo. Porém, revelou-se muito ineficaz no capítulo da finalização com Rui Matos a obrigar Manuel a mais uma enorme defesa e José Branco e Rui Gémeo a desperdiçarem ocasiões flagrantes. Contudo, aos 46 minutos, o FC Velha Guarda chegou mesmo ao golo da vitória. E que golo! Fantástica jogada de entendimento entre Ricardo Maia e José Branco com este a devolver ao primeiro que atirou de primeira, fazendo um golo de belíssimo efeito. Até final, o ArtFactu procurou ainda chegar ao empate mas o FC Velha Guarda geriu a magra vantagem arrancando uma vitória suada por 2-1.

Num jogo muito equilibrado, qualquer resultado seria aceitável mas o FC Velha Guarda fez por merecer o triunfo já que foi a equipa que mais oportunidades de golo construiu ao longo dos 50 minutos de jogo.

Gattuso, por parte do FC Velha Guarda, e Pedro Flores, do lado do ArtFactu, foram os melhores em campo.

terça-feira, 22 de março de 2016

J13: ARTFACTU 2 IBIZAS 2 - EMPATE EM JOGO INTENSO E EQUILIBRADO

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Geraldo Gonçalves 12"
Gonçalo Cardoso 39"
 
 
 
 
Pedro Nunes 14"
Pedro Meren 42"
 

Reportagem

Uma semana depois de se terem defrontado com a vitória na altura a sorrir por 2-1 aos Ibizas, esta equipa e o ArtFactu voltavam a defrontar-se desta feita em jogo a contar para a 13ª Jornada do campeonato. Sem nada a perder, o Clube ArtFactu procurava vencer para poder subir na tabela classificativa. Quanto aos Ibizas, ainda envolvidos na luta pelo título, só a vitória lhes interessava.
À semelhança da semana passada, a partida foi equilibrada com a incerteza quanto ao vencedor a pairar até ao apito final do árbitro. Começou melhor o ArtFactu que quase chegou à vantagem após um remate cruzado de Alexandre Nunes que saiu ligeiramente ao lado da baliza de Bruno Sobrosa. Os Ibizas responderam de imediato e Manuel Pinheiro teve de se aplicar para negar o golo a Tiago Neves. O aviso estava dado e, aos 12 minutos, os Ibizas marcaram mesmo. Lançamento longo de Ricardo Pinto que coloco a bola nos pés de Geraldo Gonçalves que, de forma acrobática, inaugurou o marcador. Porém, a festa dos Ibizas durou apenas dois minutos. Ao minuto 14, o Clube ArtFactu restabeleceu a igualdade com Pedro Nunes a rodopiar sobre um adversário e, dessa forma, a corresponder da melhor forma a um cruzamento/remate de Pedro Flores. O equilíbrio era a tónica dominante mas, perto do descanso, os Ibizas estiveram perto de se colocar de novo em vantagem. Tiago Santos, após belo passe de Carlos Fernandes, não conseguiu levar a melhor no duelo com Manuel Pinheiro. Ao intervalo, a igualdade aceitava-se.
No segundo tempo, os Ibizas entraram determinados em chegar ao golo e o regressado Pedro Fonte, actuando em zonas mais recuadas, assistiu primorosamente Tiago Santos que, porém, não conseguiu dar seguimento à jogada. Todavia, e culminando um período de maior domínio por parte dos Ibizas, esta equipa chegou mesmo ao golo por intermédio de Gonçalo Cardoso. No sítio certo, este jogador encostou da melhor forma após um cruzamento com conta, peso e medida de Pedro Fonte. A perder, o Clube ArtFactu foi de imediato à procura do prejuízo e Alexandre Nunes e Pedro Nunes desperdiçaram boas ocasiões para restabelecer a igualdade. Mais eficaz se revelaria Pedro Meren que, aos 42 minutos, empatou de novo a contenda. Após um pontapé de canto apontado por Pedro Nunes, João Abreu não conseguiu rematar da melhor forma mas a bola sobrou para o número 15 "encarnado" que atirou a contar. Pedro Meren, imediatamente a seguir, quase bisou mas o seu remate embateu no poste da baliza contrária. Também Geraldo Gonçalves esteve perto de dar a vitória aos Ibizas mas Manuel Pinheiro, uma vez mais, esteve à altura dos acontecimentos e segurou a igualdade para a sua equipa.

A igualdade acaba por ser o resultado mais justo já que nenhuma das equipas merecia perder. Parabéns às duas equipas pelo elevado nível de fair-play com que decorreu a partida.

Geraldo Gonçalves, por parte dos Ibizas, e Manuel Pinheiro, do lado do ArtFactu, foram os melhores em campo.

Jogo em atraso: ARTFACTU 1 IBIZAS 2 JOGO DE EQUÍVOCOS DITA RESULTADO INJUSTO

Primeira parte de jogo controlado pela nossa equipa premiado com golo de Tomás.

Segunda parte de pendor mais atacante do adversário bem controlado de novo pela nossa equipa.

Perda de bola na saída para o ataque gerou desequilíbrio defensivo que possibilitou o golo do empate.

Jogo entrou então em toada ofensiva dos dois lados com ambas as equipas a querer ganhar e com uma arbitragem nada imparcial a assinalar tudo para um lado e a mandar seguir em lances idênticos junto à outra área.

Seria num lance desses, numa suposta e hipotética falta de Bruno sobre o mergulhador nº 9 adversário que surgiria o 2-1.

Tempo ainda para uma boa resposta da nossa equipa com Tomás a passe de Alex e Russo a passe de Flores a cheirarem o golo e Bruno a passe de Pedro a fazer a bola bater na barra.

12 Manel, 3 Tomás (1), 4 Bruno, 5 Rita, 6 Pedro, 7 Peter, 8 Alex, 14 Flores, 16 Russo.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

JOÃO E JOÃO NO LOTE DOS CENTENÁRIOS



ARTFACTU 3 TEAM ASSISTANCE 1 : REGRESSO ÀS VITÓRIAS

HAT TRICK DE MÉREN EM MAIS UM FESTIVAL DE GOLOS PERDIDOS

Enguiço quebrado em 2016.

Os 8 das últimas jornadas voltaram a jogo e cedo tomaram as rédeas da partida.

Se numa primeira fase do jogo a superioridade na posse de bola e o domínio no terreno levou a algum facilitismo, o qual nos poderia ter custado caro não fora a trave da nossa baliza e uma brilhante defesa do Manel, a equipa soube acertar a postura e fechar os caminhos da nossa baliza.

Na baliza contrária mais uma vez a bola teimava em não querer entrar com o guarda-redes adversário a efectuar mais uma brilhante exibição, ajudado pelo poste da sua baliza e a falta de pontaria da nossa equipa.

Méren faria o 1-0 com que se chegaria ao intervalo num resultado escasso para o que se passara em campo.

Segunda parte idêntica com Méren a marcar mais 2 golos colocando o resultado em 3-0 entre inúmeras perdidas algumas delas a roçar o escandaloso.

De penalty o Team Assistance reduziria para 3-1 num golo que fizeram por merecer fixando o resultado final num score escasso para o produzido em campo castigando a inoperância finalizadora e algum individualismo na parte final da partida.

Cardoso entraria para os minutos finais marcando a sua presença e também ele a ficar muito perto de marcar.

12 Manel, 5 Rita, 6 Pedro, 8 Alex, 9 Abreu, 14 Flores. 15 Méren (3), 16 Russo e 17 Cardoso

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

ARTFACTU 6 TEAM DA ALDEIA 7: SEM EXPLICAÇÃO OU "PERO QUE LAS HAY, HAY"

Reportagem

A atravessar um momento complicado, o Clube ArtFactu procurava, à semelhança do jogo da primeira volta, derrotar o Team da Aldeia. Com muitas baixas por lesão e uma vaga de emigrantes a deixar a equipa desfalcada, ainda assim o Clube ArtFactu não vinha para este jogo apenas para cumprir calendário. Por seu turno, o Team da Aldeia, já conhecedor da derrota do A.C. Mabic, pretendia vencer para encurtar a distância para o primeiro classificado.
O Team da Aldeia até entrou melhor com Zé Cardoso a atirar ao poste e Bruno Simões a obrigar Manuel Pinheiro a boa intervenção. Contudo, o ArtFactu reagiu bem e, aos 4 minutos, colocou-se em vantagem graças a um golo de Pedro Meren. Bom passe de Pedro Nunes e Pedro Meren, após bom trabalho individual, a bater Luís Esperança pela primeira vez. Quatro minutos depois surgia o 2-0. Pedro Meren, mais uma vez em destaque, assistiu primorosamente João Abreu, o homem dos golos bonitos, que rematou cruzado sem hipóteses para o guardião adversário. Ainda o Team da Aldeia não se tinha recomposto deste revés e já o ArtFactu aumentava para 3-0. Mais uma vez, Pedro Meren inicia e conclui a jogada picando a bola por cima de Luís Esperança, fazendo um golo de belo efeito. Entretanto, no Team da Aldeia, surgem Toninho Pinto e Miguel Gonçalves, talvez os dois jogadores que melhor tocam a bola nesta equipa. Atrasados, entraram no jogo com a sua equipa a perder por 3-0 mas ainda foram bem a tempo de deixar a sua marca. Apesar de tudo, o 3-1 surgiria por intermédio de Zé Cardoso que, solto de marcação, apenas teve de encostar após boa assistência de Botelho. O ArtFactu não acusou o golo sofrido e até teve duas boas oportunidades para aumentar a contagem. Todavia, nem Pedro Meren nem Pedro Flores conseguiram voltar a bater Esperança. O Team da Aldeia aproveitou e, aos 16 minutos, reduziu para 3-2. Livre indirecto de Paulo Batoques com este a servir Luís Figueira que voltou a demonstrar a qualidade do seu pontapé. Até ao descanso, o Team da Aldeia esteve mais perigoso mas o poste e o guardião Manuel Pinheiro impediram que o resultado sofresse alterações.
No segundo tempo, o Team da Aldeia entrou fortíssimo e, em três minutos apenas, conseguiu consumar a reviravolta no marcador. Toninho Pinto, de fora da área, e Bilas, num contra-ataque letal, foram os autores dos golos. O Team da Aldeia estava pela primeira vez em vantagem mas o ArtFactu não se intimidou com isso e, um minuto depois, surgia o 4-4 com Alexandre Nunes a corresponder da melhor forma a uma assistência de cabeça de João Abreu. Num jogo de parada e resposta, o Team da Aldeia voltou a colocar-se em vantagem, aos 41 minutos, com o defesa e capitão Luís Figueira a conseguir ganhar um ressalto, após um canto, e a fazer o 5-4. Dois minutos depois surgia o 5-5 com Pedro Meren, do meio da rua, a fazer o quinto da sua equipa e o terceiro da conta pessoal. Num contra-ataque rápido, o Team da Aldeia faria o 6-5. Estavam decorridos 46 minutos e Zé Cardoso bisava. Mais uma vez, o ArtFactu reagiu de pronto e Pedro Flores, lançado por João Abreu, fez o 6-6 a um minuto do final. Pensou-se que este seria o resultado final do encontro quando o ArtFactu beneficiou de uma grande penalidade em cima do apito final. Pedro Meren não conseguiu bater Luís Esperança, autor de uma grande intervenção, e contra todas as expectativas no seguimento da jogada seria o Team da Aldeia a marcar e a vencer o jogo com Cardoso a cruzar com conta, peso e medida para a cabeça de Bilas que, ao segundo poste, bateu Manuel Pinheiro.
A partida terminaria instantes depois com um resultado muito inglório para o ArtFactu. O empate era o resultado mais justo já que ninguém merecia perder este belo jogo. Estão de parabéns as duas equipas pelo espectáculo proporcionado.
O guardião Manuel Pinheiro, do lado do Clube ArtFactu, e Bilas, por parte do Team da Aldeia, foram os melhores em campo.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

ARTFACTU 2 NJV7 3: QUEM TANTOS GOLOS FALHA...

Reportagem

Igualados na tabela classificativa pese embora os "encarnados" contem um jogo a menos, NJV7 e ArtFactu procuravam somar os três pontos e, dessa forma, ascender ao terceiro lugar da tabela classificativa.

Na primeira volta, a vitória havia sorrido ao NJV7 e esta equipa pretendia somar novo triunfo diante do ArtFactu que, por sua vez, e como é natural, ambicionava desforrar-se dessa derrota. Contudo, a onda de lesões que assolou a equipa mais algumas baixas de vulto dificultavam a tarefa dos "reds". Antevia-se um jogo equilibrado e, como é norma neste torneio, as expectativas não saíram defraudadas. Começou melhor o Clube ArtFactu com João Abreu, após bom trabalho individual, a ficar a milímetros do golo. O aviso estava dado e, aos 6 minutos, este mesmo jogador - o homem dos golos bonitos e que no final seria distinguido pelos colegas por ter atingido a centena de jogos pelo Clube - obrigou José Jesus a ir ao fundo das redes buscar a bola. O ArtFactu ganhava vantagem mas esta durou muito pouco tempo. Praticamente, na jogada seguinte, o NJV7 restabeleceu o empate. Nuno Almeida, que tem estado a realizar uma excelente segunda volta, voltou a revelar pontaria afinada não dando qualquer hipótese a Manuel Pinheiro. As duas equipas não estavam satisfeitas com o empate e procuraram chegar de novo à vantagem. Oportunidades não faltaram mas a eficácia é que deixou algo a desejar. Do lado do ArtFactu, João Abreu e Pedro Meren foram os mais inconformados. Por parte do NJV7, Nuno Almeida e José Xavier mostravam que a cada jogo quer passa o entrosamento entre os dois é maior. Porém, até ao descanso, não se registou mais nenhuma alteração no marcador.

No segundo tempo, o equilíbrio manteve-se. O NJV7 criou a primeira ocasião após jogada de Zé Pedro mas seria o ArtFactu a voltar a marcar primeiro. Já depois de o guarda-redes José Jesus ter evitado, com uma grande defesa, que João Abreu marcasse, o Clube ArtFactu colocou-se de novo em vantagem à passagem do minuto 29. Pedro Meren foi o autor do golo após uma recarga vitoriosa na sequência de um remate de Alexandre Nunes ao poste. O ArtFactu ganhava uma vantagem importante e só por mera infelicidade não marcou novamente. Porém, desta feita, Pedro Meren não conseguiu levar a melhor no duelo com José Jesus. E, como quem não marca, normalmente acaba por sofrer eis que, aos 34 minutos, o NJV7 restabelece de novo a igualdade. Excelente cruzamento do regressado Paulo Moreira e António Xavier, de cabeça, a colocar a bola no ângulo mais distante da baliza à guarda de Manuel Pinheiro. Mais uma vez, estava restabelecida a igualdade resultado que não agradava a nenhuma das partes. O ArtFactu foi sempre a equipa mais inconformada mas não conseguiu ser eficaz desperdiçando boas oportunidades por intermédio de Pedro Nunes, Pedro Meren e José Russo. Contra a corrente de jogo, o NJV7 chegaria ao golo do triunfo a três escassos minutos do final. Na sequência de um livre, Nuno Almeida, oportuno, desviou a bola de Manuel Pinheiro fazendo o terceiro da sua equipa, segundo da conta pessoal. Até final, o ArtFactu fez tudo para, pelo menos, chegar à igualdade mas o tempo era escasso e o NJV7 segurou, com unhas e dentes, a magra vantagem.

A igualdade era o resultado mais justo mas a maior eficácia do NJV7 acabou por ser determinante na vitória da equipa branca.

Nuno Almeida, por parte da NJV7, e João Abreu, do lado do ArtFactu, foram os melhores em campo.